O encontro em solo americano serviu para muito mais do que fotos protocolares; foi o momento de consolidar as alianças já desenhadas pelo senador Flávio Bolsonaro. Eduardo, que reside nos EUA alegando perseguição política, assumiu o papel de articulador estratégico, validando a chapa de deputados federais e reforçando que Mato Grosso permanece como um dos pilares de sustentação do bolsonarismo no Brasil.
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A grande tônica da conversa reservada foi a “reparação histórica” em torno de José Medeiros. A avaliação interna do clã Bolsonaro é que o parlamentar foi injustamente preterido em disputas passadas e que, para o próximo pleito, sua candidatura deve ser tratada como prioridade absoluta. O movimento sinaliza um fechamento de fileiras para evitar as divisões internas que fragilizaram a direita mato-grossense em anos anteriores.
Wellington Fagundes e a Unidade Interna
Eduardo Bolsonaro foi enfático ao orientar prefeitos e deputados: a unidade do grupo deve orbitar a liderança de Wellington Fagundes. A parceria construída em Brasília foi citada como modelo de fidelidade ao campo conservador, e o ex-deputado incentivou a comitiva a focar na manutenção das quatro cadeiras que o partido já detém na Câmara Federal.
Quem integrou a comitiva em Dallas:
- Deputados Federais: José Medeiros, Coronel Assis e Rodrigo Zaeli;
- Prefeitos: Abilio Brunini (Cuiabá) e Cláudio Ferreira (Rondonópolis).
A Estratégia dos “4 Federais”
Durante a apresentação da prévia da chapa, Eduardo deu sinal verde para a composição atual, considerada “altamente competitiva”. O objetivo é claro: garantir que Mato Grosso continue enviando uma bancada robusta e alinhada às pautas de direita, servindo de contrapeso ao governo federal em Brasília.
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Mesmo à distância, o clã Bolsonaro mostra que o controle sobre o PL em Mato Grosso é total. Você acredita que a união do grupo em torno de Medeiros e Wellington será suficiente para vencer em 2026?
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