Condenado por roubo aos Correios é preso em Várzea Grande

Homem de 30 anos, sentenciado por assalto em agência dos Correios em Guiratinga, foi capturado pela Polinter em apoio à Polícia Federal.

Um homem de 30 anos, condenado por roubo a uma agência dos Correios em Guiratinga, foi preso na tarde de terça-feira (24) em Várzea Grande. A captura foi realizada pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas, em apoio à Polícia Federal, para cumprimento de mandado de prisão definitiva expedido pela Justiça Federal.

A ordem judicial foi determinada pela 1ª Vara Federal da Comarca de Rondonópolis, após sentença condenatória com trânsito em julgado. O investigado foi localizado em um condomínio no bairro Ponte Nova, onde passou a ser monitorado pelas equipes antes da abordagem.

Segundo informações da Polícia Civil, a Polinter foi acionada pela Polícia Federal para dar suporte à execução do mandado. Após o levantamento do endereço, os policiais civis se deslocaram até o local e, depois de confirmar a presença do condenado, efetuaram a prisão sem registro de confronto.

O homem foi conduzido para a Superintendência da Polícia Federal, onde foram adotados os procedimentos legais. Ele permanece à disposição do Poder Judiciário da União.

O crime que resultou na condenação ocorreu em novembro de 2017, quando quatro homens armados invadiram a agência dos Correios de Guiratinga, município do interior de Mato Grosso. O grupo rendeu funcionários e clientes e subtraiu o dinheiro disponível nos caixas.

Durante a fuga, um dos envolvidos entrou em um Posto de Saúde da Família na tentativa de escapar do cerco policial. Conforme o relato oficial, disparos foram efetuados contra viaturas, o que gerou momentos de tensão entre moradores da cidade.

A prisão desta semana encerra, ao menos em relação ao detido, um processo que já havia transitado em julgado na esfera federal. A atuação integrada entre Polícia Civil e Polícia Federal foi decisiva para o cumprimento da decisão judicial, reforçando o papel das equipes especializadas em capturas no acompanhamento de condenados que precisam iniciar o cumprimento de pena. As investigações e eventuais desdobramentos seguem sob responsabilidade da Justiça Federal, conforme informado pela assessoria da Polícia Civil.

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