Polícia Civil prende segundo envolvido no assassinato de advogado em Rondonópolis

Prisão do segundo suspeito de matar advogado em Rondonópolis pela DHPP.

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis efetuou, na manhã desta quinta-feira (19), a prisão do segundo suspeito de envolvimento na morte do advogado e motorista de aplicativo Paulo de Souza Freitas Júnior, de 48 anos. A captura é fruto do desdobramento das investigações que já haviam levado à prisão do primeiro comparsa no último dia 11 de fevereiro.

O crime, que chocou a cidade, é tratado como latrocínio (roubo seguido de morte). De acordo com a Polícia Civil, a dupla planejou o assalto simulando uma corrida por aplicativo. O depoimento de um dos envolvidos revelou detalhes cruéis da dinâmica que levou ao falecimento da vítima.

Paulo desapareceu na noite de quinta-feira (5), enquanto trabalhava. Segundo a confissão de um dos suspeitos, o primeiro preso, ele e o comparsa utilizaram um simulacro de arma de fogo e uma faca para anunciar o assalto em um local escuro.

  • A agressão: Diante da reação do advogado, os criminosos aplicaram um golpe conhecido como “gravata”, fazendo com que Paulo perdesse a consciência.
  • O abandono: Com a vítima desmaiada, os suspeitos assumiram a direção do carro e seguiram até uma área de mata próxima ao bairro Alta Vista Parque, onde o corpo foi deixado.
  • Sinais de crime: O veículo de Paulo foi encontrado no dia seguinte com cintos de segurança cortados e uma agenda parcialmente queimada, indícios que reforçaram a tese de crime violento desde o início.

A vítima era advogado e atuava como motorista de aplicativo para complementar renda. O caso gerou grande mobilização das forças de segurança e da OAB na região.

No CenárioMT, acompanhamos o desenrolar das investigações criminais em todo o estado. Para mais detalhes sobre a segurança pública no interior, acesse nossa editoria de Mato Grosso.

Com a prisão de ambos os suspeitos, a DHPP agora finaliza o inquérito para encaminhamento ao Judiciário, buscando a condenação dos responsáveis por este crime brutal.

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