Força Tática usa drones, localiza tonéis enterrados e apreende 169 tabletes de maconha em VG

Operação da Polícia Militar localizou drogas enterradas em área de mata e resultou na condução de três suspeitos.

A tecnologia aliada ao policiamento ostensivo desarticulou um estratégico depósito subterrâneo utilizado pelo crime organizado na região metropolitana. Uma operação da Força Tática apreendeu 169 tabletes de maconha em Várzea Grande na manhã desta sexta-feira (5), conforme balanço oficial divulgado pela Polícia Militar de Mato Grosso. A ação tática ocorreu em uma área de mata fechada na região conhecida como Capão do Pequi e resultou na prisão de dois homens, de 32 e 24 anos, além da apreensão de um adolescente de 17 anos, todos suspeitos de envolvimento direto com o tráfico ilícito de drogas.

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Segundo o boletim de ocorrência, a equipe da Força Tática recebeu denúncias anônimas precisas indicando que uma grande quantidade de entorpecentes havia sido enterrada no local para posterior distribuição fracionada. A informação foi imediatamente repassada ao setor de inteligência da corporação, que deu início a um monitoramento estratégico da área com o apoio de drones de alta resolução da Polícia Militar.

Conforme apurado pelas equipes em campo, as imagens captadas em tempo real pelos drones permitiram identificar com precisão a região suspeita e notar a presença dos três indivíduos circulando de forma atípica no local. Diante do cenário propício, os militares avançaram a pé pela vegetação e realizaram a abordagem dos suspeitos. Durante a revista pessoal de praxe, foram encontradas as primeiras porções de substância análoga à maconha. Questionados sobre o teor da denúncia, um dos homens assumiu a responsabilidade pelo material ilegal e indicou aos policiais o ponto exato onde o grosso da carga estava ocultado.

Os principais eixos da operação no Capão do Pequi reúnem:

  • Ponto da Ação: Área de mata de difícil acesso na região do Capão do Pequi, em Várzea Grande;
  • Monitoramento Tecnológico: Uso de drones da PM para localizar e monitorar os suspeitos sem alarde;
  • Esconderijo Subterrâneo: 169 tabletes de maconha guardados dentro de tonéis plásticos e sacos enterrados;
  • Envolvidos Detidos: Dois adultos (32 e 24 anos) presos e um menor de idade (17 anos) apreendido em flagrante;
  • Material de Apoio: Duas balanças de precisão para pesagem e divisão da droga também foram confiscadas.

Drogas estavam escondidas dentro de tonéis plásticos e sacos debaixo da terra

Com a indicação precisa do suspeito, os policiais retornaram ao ponto exato da mata e localizaram diversos sacos e tonéis enterrados sob a vegetação contendo os entorpecentes. Ao todo, a operação que levou à apreensão de 169 tabletes de maconha em Várzea Grande também resultou na retirada de circulação de duas balanças de precisão, equipamento rotineiramente utilizado para o fracionamento e posterior comercialização das substâncias.

Os três suspeitos receberam voz de prisão e de apreensão, sendo conduzidos na sequência à Central de Flagrantes de Várzea Grande, juntamente com todo o material bélico-comercial apreendido, para o registro formal da ocorrência e adoção das medidas penais cabíveis. Os adultos devem responder por tráfico de drogas e corrupção de menores, enquanto o caso segue sob o crivo da Polícia Judiciária Civil ao longo deste ano de 2026.

Balanço da Operação da Força Tática Dados Oficiais Registrados (2026)
Local do Esconderijo Região de mata, Capão do Pequi – Várzea Grande (MT)
Volume Apreendido 169 tabletes de substância análoga à maconha
Tecnologia Empregada Monitoramento e captação de imagens por drones da PM
Método de Armazenamento Drogas acondicionadas em tonéis e sacos enterrados
Balanço de Prisões 02 homens presos (32 e 24 anos) e 01 adolescente apreendido

A descoberta do depósito subterrâneo no Capão do Pequi joga luz sobre a constante mutação logística das facções criminosas, que abandonaram as tradicionais “bocas de fumo” urbanas para enterrar fardos de maconha em matagais densos na tentativa de escapar de batidas policiais comuns, evidenciando que o uso estratégico de drones de alta tecnologia pela Polícia Militar tornou-se o novo divisor de águas no combate ao tráfico, pois permite que os agentes mapeiem a movimentação suspeita à distância e façam o cerco sem dar chances de fuga, embora delegados reiterem que a presença de um menor de 17 anos na operação reforce o ciclo cruel de aliciamento de jovens para trabalhos de alto risco no crime organizado, demonstrando com total nitidez que a inteligência aérea é fundamental para asfixiar os estoques das quadrilhas ao longo deste ano de 2026. Você considera que o uso de drones e monitoramento por câmeras termais deveria ser obrigatório e diário em todas as áreas rurais e de mata periférica das cidades de Mato Grosso para prevenir a criação de búnkers e depósitos de drogas, ou acredita que o foco principal do investimento em segurança deve ser o fortalecimento do policiamento comunitário tradicional com viaturas nos bairros para incentivar mais denúncias diretas da população? Participe do debate e deixe seu comentário abaixo.

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