Mato Grosso registra expansão histórica no mercado formal e queda no desemprego

Estado mais que dobrou a geração de vagas formais entre 2020 e 2025; setor de serviços e agropecuária lideram os índices em Cuiabá e no interior.

A evolução do mercado de trabalho em Mato Grosso consolida um ciclo contínuo de fortalecimento econômico.

Desde 2020, com a implementação da metodologia do Novo Caged pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o saldo de empregos com carteira assinada no estado apresenta crescimento expressivo, resultando em uma redução sustentada da taxa de desemprego local.

Em 2020, o estado fechou o ano com a abertura de 14.034 vagas formais. Já em 2025, esse indicador de desenvolvimento mais do que dobrou, atingindo a marca de 31.658 novos postos de trabalho gerados.

Estoque de empregos e setores em evidência

O reflexo dessa contratação em massa expandiu o estoque total de trabalhadores ativos e protegidos pela legislação trabalhista em Mato Grosso. O volume de vínculos formais saltou de 725.206 (em 2020) para 947.376 trabalhadores integrados ao mercado formal (em 2025).

A distribuição das novas vagas em 2025 revela a força de dois pilares da economia estadual:

  • Serviços: Liderou o ranking de contratações, sendo responsável por um saldo positivo de 14.421 postos de trabalho.

  • Agropecuária: Seguiu impulsionando o interior do estado com a criação de 6.260 novas oportunidades de emprego.

Ambiente de negócios atrai investimentos

O desempenho do estado, que combina uma das menores taxas de desemprego do país com a expansão constante de postos formais, foi avaliado pela gestão estadual como fruto de um planejamento de longo prazo focado em infraestrutura e desburocratização.

“Os resultados estão associados a políticas de incentivo à produção, infraestrutura e ambiente de negócios. A estratégia estadual busca ampliar oportunidades e fortalecer a economia”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, complementou apontando o impacto social dos índices. De acordo com a gestora, a expansão do mercado formal é o principal vetor para a geração de renda estável, atração de novos investimentos privados e garantia de estabilidade para as famílias mato-grossenses.

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