Petróleo em alta pode pesar no bolso em Mato Grosso: alerta de Pivetta acende sinal de risco

O aumento do preço do petróleo no cenário internacional já começa a acender um alerta em Mato Grosso — e o impacto pode chegar direto ao bolso da população.

O vice-governador Otaviano Pivetta chamou atenção para os efeitos da instabilidade global, especialmente diante das tensões envolvendo Irã e Estados Unidos. Segundo ele, o reflexo não fica apenas no mercado internacional: atinge transporte, alimentos e até o custo de vida no dia a dia.

“Tudo que é guerra é muito ruim. É a incapacidade de resolver conflitos de forma diplomática”, afirmou.

O ponto central é simples: o petróleo está presente em praticamente tudo.

Quando o preço sobe, o efeito é em cadeia:

  • combustível mais caro
  • transporte mais caro
  • alimentos mais caros
  • produção agrícola mais cara

E Mato Grosso, por ser um dos maiores polos do agronegócio do país, sente isso de forma ainda mais intensa.

Pivetta reforçou que o impacto não se limita ao campo.

“O petróleo é um insumo básico para nossa vida, de modo geral, não só para agricultura, mas para todo cidadão mato-grossense. De alguma maneira o petróleo influencia no transporte, dos bens de consumo, dos alimentos, no custo de produção, porque as máquinas todas são trocadas com óleo diesel e no transporte coletivo. A influência do aumento do petróleo é muito ruim na nossa vida e infelizmente isso está acontecendo por causa da guerra”, explica.

, explicou.

Guerra lá fora, impacto aqui dentro

Mesmo sendo um conflito internacional, a instabilidade entre Irã e Estados Unidos pressiona o mercado global de petróleo — e isso rapidamente chega ao Brasil.

O resultado pode ser sentido em pouco tempo:

  • aumento no diesel
  • encarecimento da logística
  • pressão sobre preços de produtos básicos

Ou seja, algo que acontece fora do país pode influenciar diretamente o custo de vida dos mato-grossenses.

“Nesse momento basta lamentar e tomar as precauções necessárias para que a gente não deixe o Estado perecer. Nós temos que manter o Estado firme, um horizonte firme, prestando serviços cada vez melhores na área de segurança, educação, saúde, infraestrutura, vamos continuar construindo nossos caminhos”.

Pivetta concluiu que “o Estado de Mato Grosso não pode retroagir” e que é fundamental “continuar levando o Estado firme em frente e com mudanças inclusive positivas no futuro”.

Agronegócio entra na linha de risco

Embora não tenha detalhado números, Pivetta deixou claro que o agronegócio será afetado.

Máquinas, transporte e produção dependem diretamente de combustível — principalmente diesel. Com o aumento, o custo de produzir também sobe.

E quando produzir fica mais caro, o preço final tende a subir junto.

O que o governo sinaliza

Diante do cenário, o vice-governador afirmou que o momento é de cautela.

“Nós temos que tomar as precauções necessárias para manter o Estado firme”, disse.

Ele também destacou que Mato Grosso precisa seguir investindo em áreas essenciais como:

  • infraestrutura
  • saúde
  • educação
  • segurança

A ideia é evitar que o impacto externo desacelere o crescimento do estado.

O que isso significa na prática

Mesmo sem aumento imediato visível em tudo, o alerta já está dado:

  • combustíveis podem subir
  • alimentos podem ficar mais caros
  • custos do dia a dia tendem a aumentar

E tudo isso ligado diretamente ao comportamento do petróleo no cenário internacional.

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