Mato Grosso entra em mobilização nacional da direita; ato em Cuiabá reúne lideranças neste domingo

Capital mato-grossense integra movimento realizado em mais de 20 cidades do país com críticas ao governo federal e ao STF

Cuiabá foi uma das cidades que participaram, neste domingo (1º), das mobilizações organizadas por grupos ligados à direita em diversas regiões do Brasil. O ato na capital de Mato Grosso, batizado de “Acorda Brasil”, ocorreu na Praça do Choppão e integrou uma agenda nacional com manifestações simultâneas em mais de 20 municípios.

No estado, o deputado federal José Medeiros (PL-MT) reforçou a convocação nas redes sociais e convidou a população cuiabana a participar do evento. Segundo o parlamentar, a mobilização representa um momento de manifestação política e posicionamento público.

Cuiabá no cenário nacional

O movimento foi convocado nacionalmente pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e por outras lideranças alinhadas ao campo conservador. Em Mato Grosso, além de Medeiros, outras figuras políticas divulgaram o ato ao longo da semana.

A Praça do Choppão, tradicional ponto de encontros na capital, foi definida como local de concentração a partir das 16h. Até o momento, não há estimativa oficial de público.

Lideranças presentes em outras capitais

Enquanto Cuiabá realizava sua mobilização, atos também ocorreram em diferentes capitais brasileiras:

  • Belo Horizonte contou com a presença de Nikolas Ferreira e do governador Romeu Zema (Novo).

  • Brasília reuniu Carlos Bolsonaro, o senador Rogério Marinho, a deputada Bia Kicis e outros parlamentares.

  • Rio de Janeiro, em Copacabana, teve participação dos deputados Carlos Jordy, Eduardo Pazuello e Hélio Lopes.

  • Em Salvador, o ex-ministro João Roma esteve presente.

  • Em Campinas (SP), Renato Bolsonaro participou da mobilização.

Há ainda registros de atos programados em São Paulo com a presença de parlamentares e governadores.

Principais pautas defendidas

Entre os temas levantados pelos organizadores e manifestantes estão:

  • Pedido de anistia para envolvidos nos atos de 8 de janeiro

  • Críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

  • Questionamentos a decisões de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)

  • Defesa de pautas relacionadas à liberdade de expressão

As manifestações ocorreram em locais simbólicos em cada cidade, reunindo apoiadores das pautas defendidas pelo movimento.

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