Levantamento divulgado nesta sexta-feira (2) pelo Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro, o HotéisRIO, indica que a ocupação hoteleira média na cidade durante o período de Réveillon alcançou 90,58%. O melhor resultado foi observado na região de Copacabana e Leme, com taxa de 95,59%.
Na sequência aparecem Ipanema e Leblon, com 92,71%, Barra, Recreio e São Conrado, que registraram 89,67%, Flamengo e Botafogo, com 88,02%, e o Centro do Rio, que fechou o período com 85,83% de ocupação.
O presidente do HotéisRIO, Alfredo Lopes, ressaltou a expressiva presença de turistas estrangeiros, especialmente de países do Mercosul, além de visitantes da América do Norte, Europa e Canadá. Segundo ele, a celebração foi reconhecida como a maior virada de ano do mundo.
De acordo com Lopes, as altas temperaturas contribuíram para a intensa movimentação nas praias cariocas durante a festividade.
A virada de 2026 reuniu mais de 5,1 milhões de pessoas, entre moradores e turistas, distribuídas em 13 palcos pela cidade. Na Barra da Tijuca e no Recreio, houve queima de fogos em 12 pontos distintos. Já em Copacabana, cerca de 2,6 milhões de pessoas acompanharam um espetáculo com 1,2 mil drones e fogos de artifício lançados de 19 balsas.
A expectativa do sindicato é que parte desses visitantes internacionais retorne ao Rio de Janeiro em outras épocas do ano. Para o setor, esse público é estratégico, pois permanece mais tempo na cidade e gera maior impacto econômico.
O dirigente também avaliou que o bom desempenho foi favorecido pelo fato de o Réveillon ter ocorrido em uma quarta-feira, o que permitiu a muitos turistas prolongar a estadia. Segundo ele, as inovações constantes mantêm o destino turístico competitivo e atrativo.
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