Empresário é encontrado morto após desaparecer em acidente com moto aquática em Santa Catarina

A confirmação da morte do empresário Jhon Pool Pacheco, de 35 anos, provocou forte repercussão em Santa Catarina nesta quinta-feira (8). Ele havia desaparecido no domingo (4) após um acidente envolvendo uma moto aquática e foi localizado sem vida próximo à orla da Praia do Estaleirinho, em Balneário Camboriú.

O corpo foi encontrado por uma banhista e, em seguida, a Polícia Militar de Santa Catarina foi acionada. Familiares estiveram no local e fizeram o reconhecimento. O caso encerra quatro dias de buscas e mobilização de amigos, parentes e equipes de resgate na região.

O acidente ocorreu durante um passeio de jet ski na travessia da região do Caixa D’Aço, área entre os municípios de Porto Belo e Balneário Camboriú. Jhon Pool Pacheco e um amigo caíram da moto aquática e não conseguiram retornar à embarcação. O companheiro, que utilizava colete salva-vidas, foi encontrado com vida ainda na noite de domingo, por volta das 23h, flutuando a cerca de 400 metros da costa.

Segundo a Polícia Militar, o empresário não foi localizado no primeiro momento, o que deu início às buscas que se estenderam pelos dias seguintes. As circunstâncias exatas do acidente seguem sob apuração.

Jhon Pool Pacheco era conhecido no meio empresarial e esportivo. Ele era sócio do Ohana Restaurante e Sushi Bar, rede especializada em culinária japonesa, além de praticar maratonas e jiu-jitsu brasileiro. O empresário deixa esposa e três filhos pequenos.

A morte gerou manifestações públicas de pesar. A esposa agradeceu, pelas redes sociais, o empenho de todos que participaram das buscas. Já o restaurante do qual Jhon era sócio divulgou uma nota destacando sua importância na construção do negócio e o vínculo pessoal mantido com a equipe.

Amigos e familiares também usaram as redes para prestar homenagens, ressaltando a convivência próxima, o perfil agregador e o impacto da perda. As mensagens destacaram o carinho, a amizade e a presença marcante do empresário no convívio pessoal e profissional.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre velório ou sepultamento. A família ainda não se pronunciou sobre os próximos passos.

Casos como esse reacendem discussões sobre segurança na navegação recreativa, especialmente em áreas de travessia marítima e costeira. Situações semelhantes já foram registradas em diferentes países e costumam ser acompanhadas por autoridades e órgãos de fiscalização, tema frequentemente tratado em reportagens da editoria de atualidades internacionais.

As investigações devem continuar para esclarecer todos os detalhes do acidente e verificar eventuais responsabilidades.

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