Aprosoja MT participa do 3º Congresso da Abramilho com estande institucional e painel ao lado de adidos internacionais

Nesta quarta-feira (14.05), a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) marca presença no 3º Congresso da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), evento que reúne os principais nomes do agronegócio brasileiro e autoridades do setor para discutir os rumos do milho e da produção agrícola nacional.

Com um estande exclusivo, a Aprosoja MT apresenta aos visitantes os principais projetos e ações da entidade, reforçando seu compromisso em apoiar o produtor rural mato-grossense com informação e sustentabilidade.

Durante o evento, o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, participou como convidado do painel “Sustentabilidade e os desafios da geopolítica atual”, ao lado de importantes representantes do setor internacional. O debate contou com a presença dos adidos agrícolas brasileiros Glauco Bertoldo (União Europeia), Ana Lúcia Viana (Estados Unidos), Luiz Claudio Caruso (Singapura), além de Márcio Santos (CEO da Bayer Brasil) e do próprio Lucas Costa Beber pela Aprosoja MT.

No painel, o presidente da entidade destacou a relevância da inserção do Brasil no mercado internacional, a necessidade de aproveitamento das oportunidades que o cenário global oferece aos produtores brasileiros e ainda ressaltou a importância da responsabilidade fiscal no país para garantir a competitividade do setor agrícola.
“Aproveitamos que a classe política esteve aqui para cobrar do nosso governo também a responsabilidade fiscal para ter o controle, a redução da taxa Selic e dos juros, principalmente o acesso a crédito agrícola custeado pelo Plano Safra. Temos que ter a visão que se abre agora, uma grande oportunidade diante desse tarifaço do Trump e essa guerra internacional. O Brasil é quem mais pode aumentar a oferta de alimentos”, destacou.

Um dos temas abordados foi a lei antidesmatamento europeia, que, segundo o adido Glauco Bertoldo, deve entrar em vigor até o final deste ano. “Temos algumas incertezas, uma delas é a revisão das commodities e ecossistemas e temos algumas informações que não serão mexidos esses dois pontos. Por isso, minha impressão é que essa lei entra em vigor até final do ano. Pensando nisso, o que temos adotado é uma defesa muito forte tecnicamente do que realmente fazemos e produzimos no Brasil e um ponto importante é a nossa participação nos fóruns técnicos, porque conseguimos explicar bem os processos sustentáveis da nossa produção brasileira. Isso tem que ser feito, porque a imagem do Brasil foi muito errada aqui na União Europeia em relação a produção agrícola”, disse Bertoldo.

Na oportunidade, os adidos dos Estados Unidos e de Singapura apresentaram um panorama geral sobre o cenário atual da produção agrícola em seus respectivos países. Eles também destacaram como as decisões internacionais, incluindo políticas comerciais, regulamentações ambientais e barreiras tarifárias, influenciam diretamente a dinâmica do mercado global, afetando preços, oferta, demanda e a competitividade dos produtos agrícolas no cenário internacional.

O presidente da Aprosoja MT também reforçou a importância pela conclusão da Ferrogrão, destacando que se trata de uma obra viável, estratégica e sustentável, fundamental para melhorar a logística do escoamento da produção agrícola do estado e reduzir significativamente os custos e as emissões de carbono no transporte de grãos até os portos de exportação.

“Quando nós vemos o presidente Macron vir aqui ao Brasil para falar mal da Ferrogrão, é sinal de que ela realmente é muito boa e que vai deixar o produtor mato-grossense, e o brasileiro também, mais competitivo. Mato Grosso, que é um estado com o mesmo tamanho territorial da França e da Alemanha juntos, tem mais de 70 mil quilômetros de ferrovia, enquanto nós em MT operamos hoje com menos de 400 km. É mais do que necessária a conclusão da Ferrogrão para essa saída. E, preocupado também com a sustentabilidade, que é um tema deste painel, a Ferrogrão deve deixar de emitir 3,4 milhões de toneladas de carbono por ano, ou seja, é totalmente sustentável e viável”, pontuou.

A Aprosoja MT, em seu estande no evento, apresentou cartilhas sobre os principais projetos da entidade e esclareceu dúvidas dos participantes a respeito de suas ações e iniciativas. O presidente da Aprosoja MT também enfatizou que eventos como o Congresso da Abramilho são fundamentais para dar voz ao setor e fortalecer a representatividade dos produtores rurais.

“É um fator que todos os que representam a cadeia da produção agrícola aqui do país estarão presentes junto com a classe política, na qual nós podemos dar a direção, a visão através do nosso posicionamento de entidade para buscar melhores políticas que fomentem ainda mais a produção e, claro, com sustentabilidade econômica para nossos produtores”, finalizou Lucas Costa Beber.

DISPONÍVEL
Alta Floresta
37,00
-0,13
Alto Araguaia
44,00
-0,23
Alto Garças
43,85
-0,23
Campo Novo do Parecis
42,80
-0,23
Campo Verde
44,05
-0,23
Campos de Júlio
42,75
-0,47
Canarana
42,15
-0,24
Diamantino
43,40
-0,23
Ipiranga do Norte
39,05
-0,26
Lucas do Rio Verde
39,55
-0,25
Mato Grosso
41,37
-0,24
Matupá
37,35
-0,27
Nova Mutum
39,60
-0,25
Nova Ubiratã
39,15
-0,25
Porto dos Gaúchos
37,95
-0,26
Primavera do Leste
44,35
-0,22
Querência
41,45
-0,24
Rondonópolis
45,45
-0,22
Sapezal
43,15
-0,23
Sinop
40,85
-0,24
Sorriso
41,65
-0,24
Tangará da Serra
43,55
-0,23
Vila Rica
40,55
-0,25
EXPORTAÇÃO JUL/2026
Alta Floresta
24,35
0,26
Alto Araguaia
40,60
0,16
Campo Novo do Parecis
31,67
0,20
Campo Verde
35,31
0,18
Campos de Júlio
29,30
0,20
Canarana
32,37
0,20
Diamantino
31,35
0,19
Ipiranga do Norte
29,06
0,22
Lucas do Rio Verde
31,16
0,20
Mato Grosso
31,69
0,20
Nova Mutum
30,44
0,21
Nova Ubiratã
29,32
0,23
Porto dos Gaúchos
42,22
0,16
Primavera do Leste
35,33
0,19
Querência
30,62
0,21
Rondonópolis
37,10
0,18
Sapezal
30,13
0,21
Sinop
28,99
0,23
Sorriso
30,23
0,21
Tangará da Serra
30,73
0,19
Vila Rica
38,24
0,16
FRETE GRÃOS
Campo Novo do Parecis - Paranaguá
496,80
4,77
Campo Novo do Parecis - Porto Velho
290,69
1,85
Campo Novo do Parecis - Rondonópolis
191,32
3,29
Campo Novo do Parecis - Santos
514,98
3,96
Campo Verde - Alto Taquari
-
0,00
Campo Verde - Paranaguá
421,74
0,23
Campo Verde - Rio Verde
-
0,00
Campo Verde - Rondonópolis
92,76
1,89
Campo Verde - Santos
422,13
0,31
Canarana - Alto Araguaia
186,62
-1,78
Canarana - Paranaguá
454,85
0,88
Canarana - Santos
467,61
0,89
Canarana - Uberlândia
296,67
0,00
Diamantino - Alto Taquari
-
0,00
Diamantino - Paranaguá
458,21
4,36
Diamantino - Rondonópolis
154,17
0,19
Diamantino - Santos
486,73
5,30
Rondonópolis - Alto Taquari
-
0,00
Rondonópolis - Maringá
-
0,00
Rondonópolis - Paranaguá
395,31
0,02
Rondonópolis - Santos
409,74
0,39
Sapezal - Porto Velho
-
0,00
Sorriso - Alto Taquari
-
0,00
Sorriso - Cuiabá
140,75
3,39
Sorriso - Miritituba
328,80
3,31
Sorriso - Paranaguá
517,46
1,31
Sorriso - Rondonópolis
180,39
0,07
Sorriso - Santos
531,48
2,09
SEMEADURA 25/26
Centro-Sul
100,00
1,41
Mato Grosso
100,00
0,80
Médio-Norte
100,00
0,00
Nordeste
100,00
1,15
Noroeste
100,00
0,00
Norte
100,00
0,00
Oeste
100,00
0,77
Sudeste
100,00
3,02
COLHEITA 24/25
Centro-Sul
100,00
0,04
Mato Grosso
100,00
0,29
Médio-Norte
100,00
0,00
Nordeste
100,00
0,00
Noroeste
100,00
0,00
Norte
100,00
0,00
Oeste
100,00
0,19
Sudeste
100,00
1,85
COMERCIALIZAÇÃO 24/25
Centro-Sul
99,51
1,19
Mato Grosso
99,88
0,89
Médio-Norte
100,00
0,72
Nordeste
99,45
1,45
Noroeste
100,00
0,99
Norte
100,00
0,18
Oeste
100,00
0,88
Sudeste
100,00
1,00
COMERCIALIZAÇÃO 25/26
Centro-Sul
47,92
10,06
Mato Grosso
47,30
7,26
Médio-Norte
48,66
7,23
Nordeste
48,39
9,17
Noroeste
48,91
7,99
Norte
46,63
3,08
Oeste
44,02
3,50
Sudeste
43,35
7,87
PREÇO MENSAL 24/25
Centro-Sul
42,64
-3,23
Mato Grosso
42,48
-6,12
Médio-Norte
41,87
-5,99
Nordeste
42,37
-2,57
Noroeste
43,63
-1,74
Norte
43,75
-0,67
Oeste
40,10
-3,12
Sudeste
43,27
-10,37
PREÇO MENSAL 25/26
Centro-Sul
43,43
-2,55
Mato Grosso
43,52
-2,53
Médio-Norte
42,97
-4,56
Nordeste
41,90
-1,02
Noroeste
42,62
-6,12
Norte
42,80
0,28
Oeste
43,33
-2,20
Sudeste
46,09
1,23
ÁREA 25/26
Centro-Sul
461.811,15
0,00
Mato Grosso
7.392.353,37
0,00
Médio-Norte
2.628.128,06
0,00
Nordeste
1.315.462,24
0,00
Noroeste
687.045,85
0,00
Norte
668.827,56
0,00
Oeste
518.752,80
0,00
Sudeste
1.112.325,71
0,00
PRODUTIVIDADE 25/26
Centro-Sul
119,74
2,53
Mato Grosso
120,28
1,32
Médio-Norte
125,61
2,72
Nordeste
114,83
0,00
Noroeste
121,10
0,65
Norte
117,33
0,69
Oeste
120,82
0,66
Sudeste
115,37
0,00
PRODUÇÃO 25/26
Centro-Sul
3.317.713,51
2,52
Mato Grosso
53.349.392,13
1,32
Médio-Norte
19.807.457,33
2,72
Nordeste
9.063.208,08
0,00
Noroeste
4.992.209,91
0,66
Norte
4.708.373,07
0,69
Oeste
3.760.569,39
0,66
Sudeste
7.699.860,85
0,00
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