Roubo de R$ 160 mil em posto de Várzea Grande teria sido planejado com ajuda de funcionária; dupla é presa

Suspeitos foram localizados após investigação da PM; crime teria sido planejado com apoio interno.

Uma operação do Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão da Polícia Militar resultou na prisão de um homem de 34 anos e uma mulher de 38, suspeitos de envolvimento em um vultoso roubo a um posto de combustível em Várzea Grande. O crime, ocorrido no último dia 30 de abril, resultou em um prejuízo estimado de R$ 160 mil para o estabelecimento em Mato Grosso.

A identificação dos suspeitos foi possível após uma denúncia detalhada sobre a localização de uma motocicleta Honda Biz branca, utilizada como veículo de apoio na fuga dos criminosos.

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Simulação e Facilitação Interna

O caso ganhou novos contornos após a prisão do suspeito. Em depoimento inicial aos policiais, o homem confessou a participação no assalto e revelou que o crime foi premeditado com a ajuda de outras duas pessoas. Entre os comparsas estaria uma funcionária do próprio posto de combustível, que teria facilitado a abertura do cofre simulando ser vítima da ação.

O grupo teria dividido parte do dinheiro logo após o roubo, mas o paradeiro do montante total ainda é desconhecido e segue sob investigação. Durante a abordagem em uma residência, o homem tentou fugir pulando muros, mas foi contido pelas equipes do GAP.

Materiais Apreendidos

No local das prisões, a Polícia Militar apreendeu itens que reforçam a participação da dupla na ocorrência, incluindo:

  • Simulacro: Uma réplica de arma de fogo utilizada para intimidar os funcionários;
  • Vestuário: Luvas de couro e roupas idênticas às registradas pelas câmeras de segurança;
  • Veículo: A motocicleta utilizada no suporte logístico da ação.

Investigação e Enquadramento Legal

Os suspeitos foram encaminhados à Central de Flagrantes de Várzea Grande. A Polícia Judiciária Civil agora trabalha para localizar a funcionária mencionada e o quarto integrante do grupo.

De acordo com o Código Penal Brasileiro, o crime de roubo qualificado (concurso de pessoas e ameaça) pode resultar em penas superiores a 10 anos de reclusão. A polícia busca agora rastrear os ativos financeiros para recuperar o valor subtraído do estabelecimento.

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