NASA anuncia investimento de R$ 100 bilhões para base permanente na lua

Projeto prevê habitats para astronautas, sistemas de energia nuclear e até um "GPS lunar". Agência interrompe projeto de estação orbital para priorizar solo.

A Base Fixa da NASA na Lua marca o fim de um hiato de mais de 50 anos desde a missão Apollo 17. Sob o comando de Jared Isaacman, a agência mudou a estratégia: em vez de manter uma estação espacial em órbita (a Lunar Gateway), o foco será a construção direta na superfície, especificamente no Polo Sul lunar. Esta região é considerada o “petróleo” do espaço, por abrigar reservas de gelo que podem ser convertidas em água e combustível para futuras missões a Marte.

A INFRAESTRUTURA DO BILHÃO

Base na lua
Planos para a Lua (Imagem: Reprodução/NASA)

Para garantir que humanos possam morar na Lua, a NASA está desenvolvendo tecnologias que parecem ficção científica:

  • Habitats e Veículos: Módulos pressurizados onde os astronautas viverão e carros lunares avançados para exploração.
  • Energia Híbrida: Sistemas que combinam energia solar e pequenos reatores nucleares para garantir luz e calor durante as longas e geladas noites lunares.
  • Tecnologia de Conexão: Criação de redes de comunicação móvel e um sistema de navegação próprio, funcionando como um GPS para o satélite.

PARCERIAS E LOGÍSTICA

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A NASA planeja construir uma base lunar usando impressão 3D e robôs

A construção será gradual e contará com o braço forte do setor privado. Empresas como a SpaceX (de Elon Musk) e a Blue Origin (de Jeff Bezos) serão as responsáveis pelo transporte e pela tecnologia de pouso.

  1. Fase 1: Missões esporádicas para testes de equipamentos.
  2. Fase 2: Lançamentos frequentes (pelo menos dois tripulados por ano).
  3. Fase 3: Permanência prolongada e uso da Lua como base de testes para Marte.
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