Levantamento do Imea mostra que setor dobrou de tamanho na geração de vagas desde 2006. Industrialização da matéria-prima é a chave para o “pleno emprego”.
O crescimento dos Empregos no Agronegócio Mato Grosso não se limita mais apenas ao trabalho dentro das fazendas. A partir de 2021, o ritmo de contratações acelerou drasticamente, impulsionado pela verticalização da produção — quando a soja e o milho deixam de ser apenas exportados como grãos e passam a ser processados em indústrias de biodiesel, etanol de milho e nutrição animal dentro do próprio estado. Esse movimento cria um efeito dominó que beneficia transportadoras, armazéns e o setor de serviços nas áreas urbanas.
A EVOLUÇÃO DO TRABALHO NO CAMPO (2006-2026)
Os números mostram uma trajetória de crescimento sólido e resiliente:
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2006: Aproximadamente 173 mil empregos.
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2022: Avanço expressivo de 13% em um único ano.
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2026 (Estimativa): 449 mil trabalhadores diretos e indiretos.
O PAPEL DA INDUSTRIALIZAÇÃO E DA APROSOJA MT
Lideranças do setor, como a Aprosoja MT, destacam que a união da classe produtora é o que garante a manutenção desse ciclo de riqueza.
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Verticalização: “Onde o agro chega, há aumento de renda. O desenvolvimento é maior nas áreas agrícolas”, afirma Diogo Balistieri, vice-presidente norte da Aprosoja MT.
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Desenvolvimento Urbano: O impacto do agro ultrapassa a porteira, movimentando o comércio e o setor imobiliário de cidades como Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop.
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Sustentabilidade: Jorge Diego Giacomelli, diretor da Aprosoja MT, reforça que manter o produtor ativo e fortalecido é a base para uma economia pujante em todo o estado.
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