Menina de 12 anos gritou por socorro antes de ser morta pelo pai em Várzea Grande, diz DHPP

Polícia Civil revelou que menina de 12 anos tentou resistir ao ataque do pai e gritou por socorro antes de ser morta em Várzea Grande.

Os desdobramentos de um crime que chocou a opinião pública da Baixada Cuiabana revelam traços de extrema crueldade e o desespero de uma vítima indefesa dentro do próprio lar. A Polícia Civil divulgou novos detalhes sobre a morte de Olga Beatriz Santos, de apenas 12 anos, covardemente assassinada pelo próprio pai, Claudinei da Silva, de 42 anos, no município de Várzea Grande. Conforme informações repassadas pela equipe de investigação, a menina tentou resistir de todas as formas à agressão e chegou a gritar por socorro, mas não recebeu ajuda.

O assassino fugiu do local logo após o crime, mas acabou sendo localizado e preso em flagrante pelas forças de segurança de Mato Grosso.

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Residência nos fundos de terreno impediu que vizinhos ouvissem gritos de Olga Beatriz

De acordo com o delegado Nilson Farias, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a residência onde ocorreu a tragédia está localizada nos fundos de um terreno compartilhado com outras moradias. Essa configuração geográfica e o isolamento do imóvel foram determinantes para que os pedidos desesperados de ajuda da criança não fossem ouvidos por vizinhos ou testemunhas. O relato detalhado foi apresentado durante entrevista coletiva concedida à imprensa local.

A perícia técnica oficial e a análise minuciosa da cena do crime indicaram fortes sinais de luta corporal no recinto. O corpo da vítima apresentava diversas lesões defensivas e escoriações severas na região do tórax. Durante o seu depoimento formal na unidade policial, o próprio investigado confessou que Olga gritou por socorro durante o andamento das agressões físicas, confirmando que a localização do imóvel abafou o som.

Os principais pontos revelados pela investigação da DHPP reúnem:

  • Vítima e Idade: Olga Beatriz Santos, uma criança de 12 anos, morta em ambiente doméstico;
  • Autor do Crime: O próprio pai biológico da menor, Claudinei da Silva, de 42 anos de idade;
  • Cena do Crime: Casa de fundos em Várzea Grande, fator que isolou acusticamente os gritos da vítima;
  • Sinais Clínicos: Perícia constatou marcas de luta corporal, lesões e escoriações no tórax da menina;
  • Linha de Inquérito: DHPP mantém todas as frentes abertas e apura hipótese de violência sexual.

DHPP não descarta linha investigativa de violência sexual praticada por Claudinei da Silva

Ainda conforme o delegado Nilson Farias, após estrangular e deixar a filha sem vida no chão da residência, Claudinei fugiu do local e encontrou um conhecido na rua. Esse amigo acabou convencendo o suspeito a se entregar na delegacia mais próxima. No mesmo momento, equipes integradas da DHPP e da Polícia Militar realizavam buscas intensas e diligências na região para capturar o agressor, quando receberam o aviso de que ele havia dado entrada na unidade policial. Os agentes se deslocaram de imediato e efetuaram o cumprimento da prisão.

O caso segue sob forte investigação interna da Polícia Civil do Estado. A autoridade policial responsável reforçou textualmente que nenhuma linha investigativa foi descartada ou arquivada até o presente momento. O ponto de maior atenção dos legistas e investigadores se concentra em exames complementares para confirmar ou descartar a ocorrência de violência sexual contra a vítima antes do homicídio, cujos laudos definitivos devem ser anexados ao inquérito ao longo deste ano de 2026.

Ficha Técnica do Inquérito de Homicídio Dados e Status da Investigação (2026)
Identidade da Vítima Olga Beatriz Santos (12 anos)
Identidade do Suspeito Preso Claudinei da Silva (42 anos – Pai da vítima)
Delegacia Responsável pelo Caso Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)
Delegado Titular Conduzindo Dr. Nilson Farias
Agravante em Apuração Técnica Possibilidade de crime de abuso e violência sexual

A brutalidade desse assassinato joga luz sobre a vulnerabilidade extrema de crianças em contextos de violência doméstica oculta e a urgência de redes de monitoramento social mais ativas em Várzea Grande, evidenciando que os crimes cometidos dentro do próprio núcleo familiar exigem canais de denúncia ágeis e a atenção constante de parentes e educadores aos menores sinais de mudança de comportamento dos jovens, embora delegados e juristas lembrem constantemente que crimes hediondos cometidos contra descendentes diretos sob o mesmo teto recebem as maiores qualificações de pena previstas no Código Penal Brasileiro, demonstrando com total nitidez que o rigor técnico da DHPP e da Politec será implacável para garantir a punição máxima do agressor ao longo deste ano de 2026. Você considera que a legislação penal brasileira deveria extinguir de forma definitiva qualquer possibilidade de progressão de regime ou saídas temporárias para pais condenados por homicídio ou abuso contra os próprios filhos, fixando o cumprimento integral da pena em regime fechado de segurança máxima, ou acredita que o atual teto de 40 anos de reclusão já atende às necessidades de punição para esses crimes gravíssimos no estado? Participe do debate e deixe seu comentário abaixo.

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