A semeadura da safra de milho e algodão avança em Lucas do Rio Verde e região, mesmo com desafios que vêm exigindo ajustes técnicos por parte dos produtores. O diretor de pesquisas da Fundação Rio Verde, Fábio Pitellkow, destaca que, apesar das chuvas registradas nos últimos dias, o clima tem permitido a continuidade dos trabalhos no campo, embora em um ritmo mais lento do que o esperado.
No caso do algodão, o plantio se estendeu além do previsto, o que pode representar um risco maior à produtividade caso falte chuva no futuro. “Estamos conseguindo cumprir as tarefas, mas fugindo um pouco do cronograma esperado. Ainda há áreas comerciais em processo de plantio, o que nos coloca em um período de maior risco de perda de potencial produtivo”, explica Pitellkow. No entanto, ele ressalta que os produtores têm se ajustado tecnicamente, escolhendo materiais mais adequados e adotando estratégias para mitigar possíveis impactos.
A cultura do milho também enfrenta desafios, especialmente na fase inicial, com uma pressão significativa de lagartas. Pitellkow alerta para a necessidade de monitoramento constante e reforça que as biotecnologias disponíveis nem sempre têm sido plenamente eficazes no controle dessas pragas, tornando necessária a aplicação de defensivos químicos para preservar o potencial produtivo das lavouras. “O percevejo também é uma preocupação constante, pois conhecemos o dano que pode causar. Além disso, a cigarrinha do milho requer atenção, pois mesmo com populações baixas no campo, já observamos no ano passado problemas severos com o complexo de enfezamentos, transmitidos por essa praga”, afirma o diretor da Fundação Rio Verde.
Colheita de soja
Enquanto a semeadura do milho e do algodão avança, a colheita da soja ainda está em andamento na região, com um volume significativo a ser retirado do campo no Médio Norte. A umidade e as chuvas têm dificultado o andamento da colheita, mas, de modo geral, os produtores avaliam os resultados de forma positiva. “Sempre investimos para colher mais, e, apesar das dificuldades ao longo do ciclo, temos lavouras com bons potenciais produtivos”, ressalta Pitellkow.
Entre os desafios enfrentados na safra, ele cita o manejo de nematoides, mancha alvo e a ocorrência de podridão de grãos em alguns talhões. Ainda assim, a perspectiva para a produtividade é favorável. “Conversando com os produtores, percebemos que, de maneira geral, estão satisfeitos com o que planejaram, executaram e agora estão colhendo”, finaliza o diretor de pesquisas.
A Fundação Rio Verde segue acompanhando o desenvolvimento das lavouras na região e reforça a importância do monitoramento fitossanitário para garantir a segurança produtiva da safra.
PLUMA DISPONÍVEL
Campo Novo do Parecis
128,59
-0,30
Lucas do Rio Verde
128,95
-0,29
Primavera do Leste
130,58
-0,29
PARIDADE EXPOR. PLUMA - JUL/2026
Campo Novo do Parecis
122,30
2,71
Lucas do Rio Verde
122,34
2,71
Primavera do Leste
123,74
2,67
FRETE PLUMA
Campo Novo do Parecis - Paranaguá
566,82
-1,19
Campo Novo do Parecis - Santos
578,39
-1,41
Campo Novo do Parecis - São Francisco do Sul
-
0,00
Campo Novo do Parecis - São Paulo
-
0,00
Campo Verde - Paranaguá
446,67
-3,56
Campo Verde - Santos
452,83
-3,33
Campo Verde - São Francisco do Sul
-
0,00
Campo Verde - São Paulo
-
0,00
Primavera do Leste - Paranaguá
441,69
-5,08
Primavera do Leste - Santos
445,88
-4,16
Primavera do Leste - São Francisco do Sul
-
0,00
Primavera do Leste - São Paulo
-
0,00
Rondonópolis - Paranaguá
-
0,00
Rondonópolis - Santos
-
0,00
Rondonópolis - São Francisco do Sul
-
0,00
Rondonópolis - São Paulo
-
0,00
Sapezal - Paranaguá
582,73
-1,36
Sapezal - Santos
587,93
-3,05
Sapezal - São Francisco do Sul
-
0,00
Sinop - São Francisco do Sul
-
0,00
Sorriso - Paranaguá
560,62
-4,68
Sorriso - Santos
572,50
-4,36
Sorriso - São Francisco do Sul
-
0,00
COMERCIALIZAÇÃO PLUMA 25/26
PREÇO COMER. PLUMA MENSAL 25/26
COMERCIALIZAÇÃO PLUMA 24/25
PREÇO COMER. PLUMA MENSAL 24/25
COMERCIALIZAÇÃO CAROÇO 24/25
PREÇO CAROÇO MENSAL 24/25
ÁREA TOTAL 25/26
Mato Grosso
1.375.536,13
0,00
Médio-Norte
366.854,64
0,00
ÁREA 1ª SAFRA 25/26
Mato Grosso
174.795,92
0,00
ÁREA 2ª SAFRA 25/26
Mato Grosso
1.200.740,21
0,00
Médio-Norte
341.490,19
0,00
PRODUÇÃO 25/26
Mato Grosso
6.272.822,63
2,12
Médio-Norte
1.668.173,14
2,07
DISPONÍVEL
Campo Novo do Parecis
42,80
-0,23
Campos de Júlio
42,75
-0,47
Ipiranga do Norte
39,05
-0,26
Lucas do Rio Verde
39,55
-0,25
Porto dos Gaúchos
37,95
-0,26
Primavera do Leste
44,35
-0,22
Tangará da Serra
43,55
-0,23
EXPORTAÇÃO JUL/2026
Campo Novo do Parecis
31,71
-0,95
Campos de Júlio
29,35
-1,01
Ipiranga do Norte
29,10
-1,03
Lucas do Rio Verde
31,20
-0,97
Porto dos Gaúchos
42,26
-0,71
Primavera do Leste
35,37
-0,84
Tangará da Serra
30,78
-0,96
FRETE GRÃOS
Campo Novo do Parecis - Paranaguá
496,80
4,77
Campo Novo do Parecis - Porto Velho
290,69
1,85
Campo Novo do Parecis - Rondonópolis
191,32
3,29
Campo Novo do Parecis - Santos
514,98
3,96
Campo Verde - Alto Taquari
-
0,00
Campo Verde - Paranaguá
421,74
0,23
Campo Verde - Rio Verde
-
0,00
Campo Verde - Rondonópolis
92,76
1,89
Campo Verde - Santos
422,13
0,31
Canarana - Alto Araguaia
186,62
-1,78
Canarana - Paranaguá
454,85
0,88
Canarana - Santos
467,61
0,89
Canarana - Uberlândia
296,67
0,00
Diamantino - Alto Taquari
-
0,00
Diamantino - Paranaguá
458,21
4,36
Diamantino - Rondonópolis
154,17
0,19
Diamantino - Santos
486,73
5,30
Rondonópolis - Alto Taquari
-
0,00
Rondonópolis - Maringá
-
0,00
Rondonópolis - Paranaguá
395,31
0,02
Rondonópolis - Santos
409,74
0,39
Sapezal - Porto Velho
-
0,00
Sorriso - Alto Taquari
-
0,00
Sorriso - Cuiabá
140,75
3,39
Sorriso - Miritituba
328,80
3,31
Sorriso - Paranaguá
517,46
1,31
Sorriso - Rondonópolis
180,39
0,07
Sorriso - Santos
531,48
2,09
ÁREA 25/26
Mato Grosso
7.392.353,37
0,00
Médio-Norte
2.628.128,06
0,00
PRODUÇÃO 25/26
Centro-Sul
3.317.713,51
2,52
Mato Grosso
53.349.392,13
1,32
Médio-Norte
19.807.457,33
2,72
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