De arrepiar! vídeo mostra cobra sucuri deslizando sobre vegetação

Uma das principais características das cobras sucuris, além do tamanho que chama a atenção, é o dimorfismo sexual, ou seja, as fêmeas são maiores que os machos.

De arrepiar! Vídeo que circula nas redes sociais mostra detalhes do deslocamento de uma bruta cobra sucuri em meio a vegetação.

Além de chamar a atenção pelo seu tamanho, a cobra sucuri encanta aos amantes da natureza, porém, outros nem tanto, pela forma delicada e sutil de conseguir se deslocar, mesmo podendo pesar até 130 quilos facilmente.

Embora, na terra a sucuri não é tão rápida, quanto na água. Trata-se de uma serpente semiaquática, podendo viver boa parte do seu tempo no solo pegando um sol, bem como submersa nas águas a procura de alguma presa.

 

Youtube video

Quem são as sucuris

De habito semiaquático, as cobras sucuris (Eunectes) são endêmicas da América do sul e podem ser divididas em quatro espécies:

Eunectes notaeus, a sucuri-amarela, endêmica da zona do pantanal; eunectes murinus, a sucuri-verde, a maior e mais conhecida, ocorrendo em áreas alagadas da região do cerrado e da amazônia, sendo que, neste último bioma, os animais costumam alcançar tamanhos maiores; eunectes deschauenseei, a sucuri-malhada, ocorre na ilha de Marajó e na Guiana Francesa, bem como em algumas outras partes da Amazônia e Eunectes Eeniensis, a sucuri-da-bolívia.

Uma das principais características das cobras sucuris, além do tamanho que chama a atenção, é o dimorfismo sexual, ou seja, nas quatro espécies, as fêmeas são maiores que os machos.

Quando está no período de acasalamento, a sucuri libera feromônios para atrair machos para reprodução, o que pode resultar na aproximação de vários machos. A fêmea acaba por escolher apenas um para se reproduzir.

A troca de pele nas cobras sucuris é um processo biológico e necessário para o seu crescimento.

“A pele das cobras é coberta por escamas que são compostas de queratina, e elas realizam essa troca para poder expandir seu corpo”, explica Erika Hayashi, médica veterinária especializada em animais silvestres e pets exóticos, da clínica e hospedagem de animais silvestres, paraíso silvestre, na grande São Paulo (SP).

Essa troca de pele recebe o nome de ecdise, podendo ocorrer até cinco vezes no mesmo ano. São necessários alguns fatores para a ocorrência, como por exemplo: saúde e idade do animal, alimentação e condições do meio ambiente, como temperatura e umidade.

É mais frequente o seu avistamento em ambientes da Amazônia e do Cerrado onde o padrão de coloração da sua pele ajuda na camuflagem.
cobra sucuri

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