Um homem de 36 anos foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo na manhã desta quinta-feira (8), no município de Dom Aquino, conforme informou oficialmente a Polícia Militar de Mato Grosso. A prisão ocorreu durante uma barreira policial de fiscalização de rotina, quando os militares encontraram um revólver calibre .38 carregado dentro do veículo conduzido pelo suspeito.
Segundo a PM, ao ser abordado e questionado sobre a existência de itens ilícitos no automóvel, o próprio condutor confirmou que transportava uma arma de fogo. Durante a vistoria no interior do carro, os policiais localizaram o revólver no porta-luvas, municiado com cinco cartuchos intactos. Conforme apurado pela reportagem, o homem não apresentou qualquer documentação que autorizasse o porte do armamento.
Fiscalização de rotina e prisão em flagrante
A abordagem foi realizada por equipes do policiamento ostensivo que atuavam na cidade como parte das ações preventivas de segurança pública. De acordo com a corporação, situações de porte ilegal de arma de fogo representam risco direto à segurança coletiva, motivo pelo qual a fiscalização em barreiras segue como estratégia permanente.
Diante da constatação do crime, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com a arma e as munições apreendidas, à Delegacia de Polícia de Dom Aquino. O caso foi registrado e ficou sob responsabilidade da Polícia Judiciária Civil, que dará sequência aos procedimentos legais.
O que diz a legislação
O porte ilegal de arma de fogo é tipificado no artigo 14 do Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826/2003) e prevê pena de dois a quatro anos de reclusão, além de multa, para quem portar arma sem autorização legal ou em desacordo com a legislação vigente.
Box informativo
- Crime: Porte ilegal de arma de fogo
- Arma apreendida: Revólver calibre .38
- Município: Dom Aquino (MT)
- Órgãos envolvidos: Polícia Militar e Polícia Judiciária Civil
Reportagem baseada em informações oficiais divulgadas pela Polícia Militar de Mato Grosso e registro da Polícia Judiciária Civil.
Casos como este reforçam a importância das ações de fiscalização preventiva. A população pode colaborar denunciando irregularidades de forma anônima pelos canais oficiais de segurança pública.
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