Por que a construção do IML de Várzea Grande ainda não começou? A resposta está na falta de definição do terreno. O tema voltou ao debate após cobrança feita na Assembleia Legislativa para que a prefeitura indique oficialmente a área onde a unidade será implantada.
Durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o deputado estadual Fabinho Tardin solicitou um posicionamento da gestão municipal sobre o local destinado ao IML. O parlamentar destinou emenda de R$ 15 milhões para a continuidade do projeto.
Segundo ele, os recursos estaduais já estão assegurados e a obra depende apenas da doação da área para avançar. O pedido foi formalizado por meio do Requerimento nº 88/2026, que solicita informações conclusivas sobre o terreno escolhido ou, caso ainda não exista definição, a indicação imediata de um espaço adequado.
Informações solicitadas ao município
- Confirmação da área oficialmente definida para o IML
- Situação jurídica do imóvel
- Condições de acesso viário e mobilidade
- Disponibilidade de infraestrutura básica
Importância do novo IML para a região
A implantação do Instituto Médico Legal em Várzea Grande tem como principal objetivo descentralizar os serviços periciais, atualmente concentrados em Cuiabá. A centralização, segundo o deputado, gera dificuldades logísticas e aumenta o sofrimento de famílias que dependem do atendimento.
Além da cidade, o novo IML regional deve atender municípios da Baixada Cuiabana, ampliando o acesso aos serviços e reduzindo o tempo de deslocamento para exames periciais.
Municípios beneficiados
- Várzea Grande
- Nossa Senhora do Livramento
- Santo Antônio do Leverger
- Poconé
De acordo com o parlamentar, a definição rápida do terreno permitirá a realização de sondagens técnicas e o avanço do projeto executivo. A expectativa é que a unidade fortaleça a rede de atendimento, especialmente em casos que envolvem mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade.
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