A empresária Kylie Jenner foi mencionada em uma ação trabalhista movida por uma ex-funcionária, que alega ter enfrentado situações de assédio moral, discriminação e irregularidades no ambiente profissional. A denúncia envolve atividades desempenhadas em uma residência vinculada à influenciadora.
Acusações e empresas envolvidas
Além de Kylie Jenner, o processo inclui como réus as empresas Inc., Tri Star Services LLC, La Maison Family Services LLC e outros envolvidos não identificados. De acordo com documentos judiciais, a ex-funcionária Angelica Vazquez iniciou suas atividades em 2024, trabalhando inicialmente em Beverly Hills antes de ser transferida para Hidden Hills, na Califórnia.
Relatos de hostilidade no trabalho
Na ação, Angelica Vazquez relata ter enfrentado um ambiente marcado por hostilidade e exclusão. Segundo a denúncia, ela teria sido alvo de comportamentos abusivos por parte de colegas e superiores, incluindo gritos e gestos considerados desrespeitosos durante a rotina profissional.
A ex-funcionária também afirma que as tarefas mais exigentes eram frequentemente atribuídas a ela, o que teria contribuído para um cenário de pressão constante. Entre os relatos, há ainda a alegação de que superiores utilizavam estalos de dedos para chamá-la, comportamento descrito como recorrente.
Denúncias internas e desdobramentos
O processo aponta ainda que Angelica teria sido obrigada a entregar seu telefone celular para inspeção e acusada de fazer comentários negativos sobre colegas. A defesa da ex-funcionária sustenta que essas práticas contribuíram para a formação de um ambiente de trabalho considerado tóxico e abusivo.
Segundo os autos, a trabalhadora afirma ter apresentado diversas queixas internas sem obter retorno. Diante da falta de solução, optou por recorrer à Justiça, solicitando inclusive que o caso seja julgado por um júri.
Até o momento, Kylie Jenner não se manifestou publicamente sobre as acusações apresentadas no processo.
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