BBB 26: Tadeu Schmidt encerra dinâmica polêmica do Mercado BBB

O apresentador anunciou o fim do Mercado BBB, etapa que vinha gerando discussões dentro e fora do confinamento. A mudança impacta diretamente a próxima liderança do reality.

Na noite desta sexta-feira (10), Tadeu Schmidt confirmou o encerramento de mais uma dinâmica do BBB 26. O apresentador se despediu do chamado Mercado BBB, etapa que vinha movimentando o jogo e gerando diferentes reações entre os participantes.

Durante a transmissão, ele destacou o clima de encerramento da atividade e reforçou que se tratava da última realização da dinâmica nesta edição do programa.

Com o fim do Mercado BBB, também deixam de existir as divisões relacionadas ao VIP e à XEPA, que organizavam o acesso a recursos dentro da casa.

Impactos na próxima liderança

A mudança interfere diretamente na configuração do jogo. A próxima liderança, prevista para ser definida no domingo (12), não deve contar com a tradicional separação de grupos, alterando a dinâmica estratégica da disputa.

O programa segue em sua reta final, com encerramento marcado para o dia 21 de abril. O vencedor do BBB 26 receberá aproximadamente R$ 5,5 milhões, além de um apartamento avaliado em R$ 270 mil. O segundo e o terceiro colocados também serão premiados com imóveis e valores em dinheiro.

Polêmicas envolvendo a dinâmica

O Mercado BBB já havia sido alvo de controvérsias ao longo da temporada. Em 20 de março, durante a fase do Tá com Nada, o público criticou uma situação em que parte dos participantes teve acesso a um banquete, contrariando as regras estabelecidas para aquele momento do jogo.

Na ocasião, apenas itens básicos deveriam estar disponíveis para todos os confinados, como arroz, feijão, goiabada, açúcar e café. Ainda assim, participantes do VIP foram recebidos com uma refeição mais completa no Mercado.

Entre os envolvidos estavam Cowboy, Jordana, Marciele e Jonas Sulzbach. O episódio também repercutiu na cozinha da XEPA, onde houve reclamações sobre a falta de ingredientes. Segundo relatos, o preparo das refeições ficou comprometido pela escassez de produtos.

Em defesa da situação, Marciele afirmou: “Tudo muito caro, não deu para comprar goiabada. Gente: rabada, moela, língua, banana… a gente comprou o que deu. Muito, muito caro. O frango, quase 200 estalecas. Uma rapadura, o óleo veio. O louro nós compramos também. E um limão só para ele temperar. Não, alho não deu”.

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