O hábito de dirigir com o braço apoiado na janela, muito comum em décadas passadas e ainda presente em cidades quentes como Cuiabá e Várzea Grande, pode custar caro ao bolso do motorista em 2026. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é claro ao proibir a prática, classificando-a como uma infração que compromete a segurança e a capacidade de reação ao volante.
A medida visa reduzir acidentes e proteger a integridade física do condutor. Além do risco de colisões laterais que podem causar lesões graves ou amputações, dirigir com apenas uma das mãos no volante reduz drasticamente o controle do veículo em manobras de emergência.
O que diz a Lei: Valores e Pontuação
De acordo com o Artigo 252 do CTB, dirigir com o braço para fora não é apenas uma recomendação de segurança, mas uma regra passível de punição imediata:
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🚫 Infração Artigo 252 do CTB
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🧐 Existem exceções?
Muita gente se pergunta: “Nunca posso tirar a mão do volante?”. A legislação permite que o motorista retire uma das mãos do volante apenas em três situações específicas:
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Para fazer sinais regulamentares de braço (indicar conversão ou parada);
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Para mudar a marcha do veículo;
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Para acionar equipamentos e acessórios do carro (como o limpador de para-brisa ou luzes).
Fora essas situações, as duas mãos devem permanecer no volante (na posição “9h15” do relógio) e os braços devem estar totalmente dentro do habitáculo do veículo.
🚨 Outros cuidados ao volante
A fiscalização em 2026 está mais rigorosa também para outras condutas previstas no mesmo artigo, como:
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Dirigir utilizando fones de ouvido;
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Conduzir o veículo usando calçados que não se firmem nos pés (como chinelos);
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Transportar animais ou objetos à esquerda do motorista ou entre as pernas.
Com a popularização do ar-condicionado e a evolução da segurança automotiva, manter as janelas fechadas ou os braços protegidos é, acima de tudo, uma questão de preservação da vida.
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