Motorista de ônibus escolar preso por estupro de vulnerável em Poxoréu

Investigado por crimes contra menores de 12 anos, motorista ligado ao município teve prisão preventiva decretada pela Justiça.

Motorista de ônibus escolar preso por estupro de vulnerável: um homem de 38 anos, vinculado ao transporte escolar do município de Poxoréu, foi preso preventivamente pela Polícia Civil nesta sexta-feira (30), conforme divulgado oficialmente pela corporação. A prisão ocorreu após decisão do juízo da Comarca de Poxoréu, com base em investigação conduzida pela Delegacia do município, no Mato Grosso.

Conforme apurado pela reportagem junto à Polícia Civil, além do mandado de prisão preventiva, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços relacionados ao investigado. A ação policial ocorreu no bairro Cohab Xavante, onde o suspeito foi localizado e detido sem resistência.

Segundo nota oficial da Delegacia de Poxoréu, as medidas judiciais foram solicitadas após a coleta de indícios considerados consistentes ao longo da investigação. O material apreendido durante as buscas será submetido à análise técnica e incorporado ao inquérito policial em andamento.

Gravidade dos crimes investigados

O delegado responsável pelo caso, Rafael Fossari, informou que a representação pela prisão preventiva teve como fundamentos a preservação da ordem pública, a proteção das vítimas e a garantia da regular instrução processual. De acordo com a autoridade policial, as vítimas são menores de 12 anos, o que, conforme previsto na legislação brasileira, caracteriza o crime de estupro de vulnerável.

O crime está tipificado no artigo 217-A do Código Penal, que estabelece pena de reclusão de 8 a 15 anos para quem praticar ato libidinoso ou conjunção carnal com menor de 14 anos, independentemente de consentimento.

Procedimentos após a prisão

Após ser conduzido à Delegacia de Poxoréu, o motorista de ônibus escolar preso por estupro de vulnerável passou pelos procedimentos legais de praxe e permanece à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil informou que a operação transcorreu de forma tranquila, sem intercorrências.

As investigações seguem sob sigilo judicial, medida adotada para resguardar a integridade das vítimas e assegurar a efetividade das apurações. Novas informações poderão ser divulgadas oficialmente conforme o avanço do processo, em respeito ao devido processo legal.

 

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