Mato Grosso rompe barreiras econômicas e atinge pleno emprego com PIB recorde em 2025

Com mais de 2 milhões de cidadãos inseridos na força de trabalho, o estado conseguiu reduzir o desemprego em mais de 17% em apenas um trimestre.

O cenário econômico de Mato Grosso em 2025 revela um estado que descolou da média nacional para se tornar uma potência de pleno emprego e industrialização. Com um crescimento de 12,9% no PIB — número quatro vezes superior ao avanço de 3,2% registrado pelo Brasil — o estado atingiu uma riqueza total de R$ 273 bilhões.

Esse salto produtivo não se limita apenas ao campo; ele se reflete em uma renda per capita de R$ 74,6 mil, a terceira maior do país, ficando atrás apenas de centros tradicionais como São Paulo e o Distrito Federal.

O mercado de trabalho é, talvez, o indicador mais impressionante dessa nova fase. Mato Grosso alcançou a menor taxa de desocupação do país, registrando apenas 2,3%, um índice tecnicamente considerado de pleno emprego.

Com mais de 2 milhões de cidadãos inseridos na força de trabalho, o estado conseguiu reduzir o desemprego em mais de 17% em apenas um trimestre. Além disso, a qualidade das vagas tem melhorado: a informalidade caiu drasticamente, ocupando agora o sétimo menor posto do ranking nacional.

A engrenagem por trás desse sucesso é uma indústria que aprendeu a transformar matéria-prima em produtos de alto valor agregado. O setor industrial já responde por R$ 36 bilhões da economia estadual e superou, pela primeira vez, a marca histórica de 200 mil empregos formais.

Esse avanço é puxado pela indústria de transformação, especialmente nos frigoríficos e nas usinas de biocombustíveis. Em 2025, o estado consolidou sua liderança absoluta na produção de biodiesel e manteve-se como o segundo maior produtor de etanol do Brasil, integrando as cadeias de milho e cana-de-açúcar.

Por fim, a diversificação econômica mostra que Mato Grosso não é mais um estado de “monocultura”. Embora a agropecuária represente 34% do PIB, o setor de serviços já domina com 52%, criando um ecossistema produtivo completo. De acordo com lideranças do setor industrial, esses números são o resultado de um ambiente de negócios que favorece a inovação e a verticalização da produção, garantindo que a riqueza gerada no campo seja processada e multiplicada dentro das fronteiras mato-grossenses.

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