Conforme divulgado pela Polícia Militar de Mato Grosso, um homem de 43 anos foi preso em flagrante pelos crimes de ameaça e incêndio criminoso em Aripuanã, na noite de domingo (2), após atear fogo na residência de sua ex-companheira no município de Mato Grosso.
O que aconteceu
De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe da Polícia Militar foi acionada via 190 para atender uma denúncia de violência doméstica. Ao chegar ao endereço informado, os policiais encontraram o imóvel em chamas e a vítima do lado de fora da casa.
Conforme apurado no local, a mulher relatou que o suspeito, seu ex-companheiro, tentava reatar o relacionamento. Diante da recusa, ele teria passado a ameaçá-la com uma faca, o que levou a vítima a fugir do imóvel. Minutos depois, ela acionou a polícia e constatou que a residência havia sido incendiada.
Atuação das autoridades
Segundo nota oficial da Polícia Militar, foi solicitado apoio da Prefeitura de Aripuanã, que enviou um caminhão-pipa para conter as chamas e evitar que o fogo se alastrasse para imóveis vizinhos. O incêndio foi controlado sem registro de feridos.
Em diligências pela cidade, os militares localizaram o suspeito ainda na mesma noite. Ele foi detido sem resistência e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Aripuanã para os procedimentos legais.
Contexto legal
O incêndio criminoso em Aripuanã é tipificado pelo Código Penal Brasileiro (art. 250), que prevê pena de reclusão, especialmente quando há risco à integridade física de pessoas. As ameaças relatadas pela vítima também se enquadram no art. 147 do Código Penal e podem ser agravadas quando inseridas no contexto de violência doméstica, conforme a Lei Maria da Penha.
Como denunciar
- Emergências: 190
- Disque-denúncia da PMMT: 0800 065 3939 (anônimo)
Dados do caso
- Local: Aripuanã (MT)
- Data: 2 de fevereiro
- Crimes investigados: ameaça e incêndio criminoso
- Fonte primária: Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT)
Reportagem baseada em informações oficiais da Polícia Militar de Mato Grosso.
Casos de violência doméstica devem ser denunciados. A informação pode salvar vidas.
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