O preço da gasolina voltou a subir na região metropolitana, enquanto municípios do Norte registraram leve recuo. É o que aponta o mais recente levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre os valores praticados em postos de Mato Grosso.
Em Cuiabá, o valor médio da gasolina comum passou de R$ 6,35 para R$ 6,37. Já em Várzea Grande, o aumento foi mais perceptível: de R$ 6,29 para R$ 6,37, uma alta de 1,25% nas 17 revendas consultadas. O cenário contrasta com o registrado no Norte do estado, onde houve redução nas últimas semanas.
Em Sinop, o preço médio recuou 0,79%, saindo de R$ 6,35 para R$ 6,30. Apesar da queda, o consumidor encontra diferenças expressivas entre os postos. O menor valor identificado foi de R$ 5,79, enquanto o maior chegou a R$ 6,69 — uma variação de R$ 0,90 por litro. Essa diferença pode pesar no orçamento, especialmente para quem abastece com frequência.
Já em Alta Floresta, a gasolina segue entre as mais caras do estado. O preço médio caiu de R$ 6,82 para R$ 6,79, mantendo o município no topo do ranking regional. Mesmo com o leve recuo, o valor ainda supera outras cidades monitoradas pela agência.
O comparativo revela um movimento desigual. Enquanto o Norte apresenta sinais de alívio, ainda concentra alguns dos preços mais elevados. Na região metropolitana, por outro lado, o avanço nos valores reacende a preocupação do consumidor. O levantamento considerou 18 postos em Cuiabá e 17 em Várzea Grande, segundo dados oficiais da ANP.
Para o motorista, o impacto é direto. Diferenças aparentemente pequenas no valor por litro podem resultar em gasto maior ao final do mês. A própria ANP reforça a orientação para que o consumidor pesquise antes de abastecer, já que a variação entre estabelecimentos pode ser significativa.
Os dados fazem parte do monitoramento periódico realizado pela agência reguladora, responsável por acompanhar os preços de combustíveis em todo o país. Novas pesquisas devem indicar se o movimento de alta na região metropolitana será mantido ou se haverá ajuste nas próximas semanas, conforme informações divulgadas pela ANP.
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