Milho que sustenta, conecta e celebra: a força de uma cultura que move Lucas do Rio Verde

Da lavoura à mesa, a Festa do Milho traduz a potência econômica, social e cultural de um dos principais pilares do desenvolvimento regional, com protagonismo da Fundação Rio Verde

Em Lucas do Rio Verde e em toda a região médio-norte de Mato Grosso, o milho não é apenas uma cultura agrícola: é um elo estratégico que conecta o campo à indústria, sustenta cadeias produtivas e impulsiona a economia local. Presente na alimentação animal, na produção de etanol, na indústria de alimentos e na mesa das famílias, o cereal se consolidou como um dos grandes motores do desenvolvimento regional.

É justamente essa relevância que ganha forma e celebração na tradicional Festa do Milho, evento que, ao longo dos anos, se tornou símbolo da identidade luverdense. Mais do que uma festividade, trata-se de um espaço onde economia, cultura, gastronomia e solidariedade se encontram, revelando o valor de uma cadeia produtiva que transforma realidades.

Fundação Rio Verde: da pesquisa à experiência do público

Como instituição que atua diretamente na geração de conhecimento e tecnologia para o campo, a Fundação Rio Verde assume um papel central nesse contexto. E, na Festa do Milho, essa atuação ganha uma dimensão ainda mais concreta e sensorial.

O diretor executivo da instituição, Rodrigo Pasqualli, destaca que a participação da Fundação vai muito além do apoio institucional: ela está presente na essência do evento. “A Fundação Rio Verde cumpre um papel importante no processo da pesquisa, da informação e da geração de conhecimento. E nada mais justo do que participar de um evento tão significativo como a Festa do Milho. Toda a matéria-prima utilizada — o milho que vira pamonha, milho verde e tantos outros produtos — é produzida nos nossos campos de pesquisa”, afirma.

Essa conexão direta entre ciência e comunidade evidencia o compromisso social da Fundação. Para garantir a qualidade e a diversidade dos produtos oferecidos durante o evento, o milho foi cultivado em diferentes épocas. “Realizamos o plantio em três fases distintas, justamente para termos diferentes pontos de maturação. Isso permite oferecer desde o milho mais verde até aquele em estágio mais avançado, garantindo variedade e qualidade ao público”, explica Pasqualli.

A iniciativa demonstra o cuidado técnico e o planejamento estratégico por trás de cada detalhe, reforçando o papel da instituição não apenas como centro de pesquisa, mas como agente ativo na construção de uma comunidade mais próspera.

Festa que movimenta economia, turismo e solidariedade

A Festa do Milho também se consolida como um importante vetor de desenvolvimento econômico e social. Para a secretária de Cultura e Turismo, Luciana Bauer, o evento reflete a força coletiva do município.

“Essa é uma festa muito esperada pela comunidade, porque ela impacta diretamente o lazer, a economia e o turismo. Além disso, tem um caráter essencialmente filantrópico, já que muitas associações participam e destinam os recursos arrecadados para a manutenção de seus projetos ao longo do ano”, ressalta.

A proposta gastronômica deste ano amplia ainda mais o alcance do evento, trazendo um circuito inspirado nas cinco regiões do Brasil, sem perder o protagonismo do milho. “A festa vem se reinventando, com criatividade e inovação. O público pode esperar uma experiência completa, com atrações culturais, parque de diversões gratuito e uma gastronomia que valoriza o milho de forma diversa e criativa”, acrescenta.

A presença de diferentes atores — poder público, iniciativa privada, entidades e instituições como a Fundação Rio Verde — reforça o caráter coletivo da festa. “Não é uma festa da prefeitura ou de uma secretaria, é uma festa de todos nós. Quem faz esse evento acontecer é a comunidade”, enfatiza Bauer.

Integração institucional e valorização da cultura do milho

O fortalecimento da Festa do Milho também passa pela articulação política e institucional. O presidente da Câmara de Vereadores, Airton Callai, destaca a importância de aproximar o município de outras esferas de governo.

“O milho tem um papel fundamental em Mato Grosso, seja na produção animal, de combustível ou na alimentação. E a festa ajuda a mostrar esse valor de uma forma diferente, através da culinária e da convivência. Ao trazer o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa como parceiros, conseguimos fortalecer vínculos e ampliar oportunidades para o município”, afirma.

Segundo Callai, esse movimento contribui não apenas para o crescimento do evento, mas também para abrir portas para novos investimentos e parcerias. “Isso fortalece a relação institucional e permite que Lucas do Rio Verde continue avançando, com mais acesso a recursos e projetos que beneficiem a população”, completa.

Celebração que traduz identidade e futuro

A Festa do Milho, que acontece nos dias 9 e 10 de maio, se consolida como uma vitrine daquilo que Lucas do Rio Verde tem de mais forte: a capacidade de transformar produção em desenvolvimento, conhecimento em oportunidade e tradição em inovação.

Com o envolvimento direto da Fundação Rio Verde, o evento ganha ainda mais significado, ao mostrar que por trás de cada prato servido existe pesquisa, planejamento e compromisso com a comunidade.

Mais do que celebrar o milho, a festa celebra uma identidade construída com trabalho, cooperação e visão de futuro — valores que seguem guiando o crescimento de Lucas do Rio Verde e de toda a região. (com Assessoria Verbo Press)

DISPONÍVEL
Alta Floresta
37,00
0,00
Alto Araguaia
44,05
0,00
Alto Garças
44,00
0,00
Campo Novo do Parecis
42,70
0,00
Campo Verde
44,10
0,00
Campos de Júlio
42,65
0,00
Canarana
42,10
0,00
Diamantino
43,35
0,00
Ipiranga do Norte
38,90
0,00
Lucas do Rio Verde
39,40
0,00
Mato Grosso
41,29
0,00
Matupá
37,30
0,00
Nova Mutum
39,45
0,00
Nova Ubiratã
39,00
0,00
Porto dos Gaúchos
37,90
0,00
Primavera do Leste
44,35
0,00
Querência
41,40
0,00
Rondonópolis
45,80
0,00
Sapezal
43,10
0,00
Sinop
40,65
0,00
Sorriso
41,50
0,00
Tangará da Serra
43,55
0,00
Vila Rica
40,50
0,00
EXPORTAÇÃO JUL/2026
Alta Floresta
26,10
2,52
Alto Araguaia
42,35
1,54
Campo Novo do Parecis
33,42
1,96
Campo Verde
37,06
1,76
Campos de Júlio
31,05
2,09
Canarana
34,12
1,92
Diamantino
33,10
1,96
Ipiranga do Norte
30,81
2,13
Lucas do Rio Verde
32,91
1,98
Mato Grosso
33,44
1,95
Nova Mutum
32,19
2,03
Nova Ubiratã
31,06
2,09
Porto dos Gaúchos
43,96
1,47
Primavera do Leste
37,07
1,74
Querência
32,37
2,02
Rondonópolis
38,84
1,66
Sapezal
31,88
2,05
Sinop
30,73
2,11
Sorriso
31,98
2,04
Tangará da Serra
32,48
2,00
Vila Rica
39,99
1,62
FRETE GRÃOS
Campo Novo do Parecis - Paranaguá
496,80
4,77
Campo Novo do Parecis - Porto Velho
290,69
1,85
Campo Novo do Parecis - Rondonópolis
191,32
3,29
Campo Novo do Parecis - Santos
514,98
3,96
Campo Verde - Alto Taquari
-
0,00
Campo Verde - Paranaguá
421,74
0,23
Campo Verde - Rio Verde
-
0,00
Campo Verde - Rondonópolis
92,76
1,89
Campo Verde - Santos
422,13
0,31
Canarana - Alto Araguaia
186,62
-1,78
Canarana - Paranaguá
454,85
0,88
Canarana - Santos
467,61
0,89
Canarana - Uberlândia
296,67
0,00
Diamantino - Alto Taquari
-
0,00
Diamantino - Paranaguá
458,21
4,36
Diamantino - Rondonópolis
154,17
0,19
Diamantino - Santos
486,73
5,30
Rondonópolis - Alto Taquari
-
0,00
Rondonópolis - Maringá
-
0,00
Rondonópolis - Paranaguá
395,31
0,02
Rondonópolis - Santos
409,74
0,39
Sapezal - Porto Velho
-
0,00
Sorriso - Alto Taquari
-
0,00
Sorriso - Cuiabá
140,75
3,39
Sorriso - Miritituba
328,80
3,31
Sorriso - Paranaguá
517,46
1,31
Sorriso - Rondonópolis
180,39
0,07
Sorriso - Santos
531,48
2,09
SEMEADURA 25/26
Centro-Sul
100,00
1,41
Mato Grosso
100,00
0,80
Médio-Norte
100,00
0,00
Nordeste
100,00
1,15
Noroeste
100,00
0,00
Norte
100,00
0,00
Oeste
100,00
0,77
Sudeste
100,00
3,02
COLHEITA 24/25
Centro-Sul
100,00
0,04
Mato Grosso
100,00
0,29
Médio-Norte
100,00
0,00
Nordeste
100,00
0,00
Noroeste
100,00
0,00
Norte
100,00
0,00
Oeste
100,00
0,19
Sudeste
100,00
1,85
COMERCIALIZAÇÃO 24/25
Centro-Sul
100,00
0,49
Mato Grosso
100,00
0,12
Médio-Norte
100,00
0,00
Nordeste
100,00
0,55
Noroeste
100,00
0,00
Norte
100,00
0,00
Oeste
100,00
0,00
Sudeste
100,00
0,00
COMERCIALIZAÇÃO 25/26
Centro-Sul
46,75
1,26
Mato Grosso
47,32
1,48
Médio-Norte
48,19
1,06
Nordeste
49,11
2,81
Noroeste
48,59
1,77
Norte
46,79
1,54
Oeste
44,30
0,47
Sudeste
44,20
1,33
PREÇO MENSAL 24/25
Centro-Sul
42,87
0,53
Mato Grosso
42,49
0,03
Médio-Norte
0,00
-100,00
Nordeste
42,35
-0,05
Noroeste
0,00
-100,00
Norte
0,00
-100,00
Oeste
0,00
-100,00
Sudeste
0,00
-100,00
PREÇO MENSAL 25/26
Centro-Sul
43,55
0,19
Mato Grosso
42,73
-1,69
Médio-Norte
43,08
0,28
Nordeste
41,60
-0,86
Noroeste
41,33
-3,03
Norte
42,89
-8,00
Oeste
43,87
1,54
Sudeste
45,41
-2,02
ÁREA 25/26
Centro-Sul
461.811,15
0,00
Mato Grosso
7.392.353,37
0,00
Médio-Norte
2.628.128,06
0,00
Nordeste
1.315.462,24
0,00
Noroeste
687.045,85
0,00
Norte
668.827,56
0,00
Oeste
518.752,80
0,00
Sudeste
1.112.325,71
0,00
PRODUTIVIDADE 25/26
Centro-Sul
119,74
2,53
Mato Grosso
120,28
1,32
Médio-Norte
125,61
2,72
Nordeste
114,83
0,00
Noroeste
121,10
0,65
Norte
117,33
0,69
Oeste
120,82
0,66
Sudeste
115,37
0,00
PRODUÇÃO 25/26
Centro-Sul
3.317.713,51
2,52
Mato Grosso
53.349.392,13
1,32
Médio-Norte
19.807.457,33
2,72
Nordeste
9.063.208,08
0,00
Noroeste
4.992.209,91
0,66
Norte
4.708.373,07
0,69
Oeste
3.760.569,39
0,66
Sudeste
7.699.860,85
0,00
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