Advogados pedem impronúncia de soldado preso por homicídio em Várzea Grande, alegando ausência de provas técnicas e nulidades na investigação.

Condenação ocorreu no Tribunal do Júri após ataque com faca durante culto religioso; crime só não se consumou por intervenção de fiéis.

Homem de 34 anos era réu por homicídio qualificado, usava documentos falsos e foi localizado fora de Mato Grosso com apoio de forças locais.

Sessão no fórum analisa crimes atribuídos a réu preso em Cuiabá, que participa por videoconferência por decisão judicial.

Acusados de planejar e executar o crime, ex-marido e cunhado da vítima começam a ser julgados no dia 22, com sessão sob regras rígidas.

Vara criminal limitou público, proibiu celulares e restringiu imprensa no julgamento dos irmãos acusados pelo assassinato de Raquel Cattani.

Ação coordenada pela Corregedoria do TJMT concentrou julgamentos de crimes contra a vida em comarcas estratégicas e reduziu o acervo no Primeiro Grau.

Operação da Polícia Civil cumpriu mandados em Porto Esperidião e Glória D’Oeste após jurados serem coagidos, o que impediu julgamento de tentativa de homicídio.