A Polícia Civil de Mato Grosso, conforme divulgado pela própria instituição (PC-MT), recuperou 33 cabeças de gado furtado em Cocalinho na quarta-feira (20), em uma propriedade rural no município de Araguaiana.
Os animais, da raça nelore, foram reconhecidos pelas vítimas após investigação conduzida em ação conjunta com forças de segurança e órgãos de fiscalização.
O rebanho era composto por 30 machos e três fêmeas, com valor estimado superior a R$ 100 mil. A ação contou com a integração entre a Delegacia de Cocalinho, a Delegacia de Água Boa, a Polícia Militar de Nova Nazaré e Araguaiana, além do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT).
Investigação e rastreamento do rebanho
As apurações começaram em 13 de maio, após o gerente da fazenda registrar boletim de ocorrência relatando o desaparecimento dos animais. A partir disso, a Polícia Civil iniciou o rastreamento do gado furtado em Cocalinho, identificando que o rebanho teria sido transportado inicialmente para Nova Nazaré.
Segundo as investigações, no local os animais teriam passado por procedimentos que dificultaram a identificação de origem, o que permitiu a comercialização posterior. Em seguida, o rebanho foi levado para Araguaiana, onde acabou localizado pelas equipes policiais no dia 20 de maio.
Apoio institucional e reconhecimento do gado
Conforme o delegado Carlos Alberto Silva, da Delegacia de Cocalinho, há indícios de que os animais foram adquiridos por terceiros considerados de boa-fé. O procedimento resultou na apreensão e na constituição de depósito dos bovinos até decisão da autoridade competente.
O avanço da investigação contou com apoio decisivo da Polícia Militar nos dois municípios envolvidos e do Indea-MT, que forneceu informações técnicas essenciais para o rastreamento do rebanho. A troca de dados entre as instituições foi determinante para localizar o gado furtado em Cocalinho.
Próximos passos da investigação
A Polícia Civil informou que as diligências seguem em andamento para identificar todos os envolvidos no esquema criminoso e esclarecer a cadeia de movimentação do rebanho entre os municípios. A prioridade é responsabilizar os autores do furto e eventuais intermediários.
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