Uma mudança no protocolo do Sistema Único de Saúde (SUS) promete trazer mais conforto para crianças, adolescentes e idosos diabéticos em Mato Grosso.
O Ministério da Saúde começou a entregar na rede municipal as primeiras remessas da insulina glargina — um fármaco de última geração que substitui o uso diário da versão NPH, reduzindo drasticamente o número de picadas que o paciente precisa tomar.
O primeiro lote destinado ao território mato-grossense conta com 8.160 unidades do remédio e mais de mil dispositivos aplicadores no formato de caneta.
Como funciona a tecnologia na prática?
Diferente do método antigo, que frequentemente exigia até três administrações diárias para manter as taxas controladas, o novo insumo possui efeito prolongado no organismo. Essa tecnologia permite que a grande maioria dos pacientes tome apenas uma dose a cada 24 horas.
A migração traz vantagens diretas para os cidadãos de Mato Grosso:
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Menos dor e desconforto: Queda drástica na quantidade diária de agulhadas;
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Proteção contra picos: Liberação contínua que evita descompensações e quedas bruscas de açúcar no sangue (hipoglicemia);
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Facilidade no uso: O kit vem acompanhado de canetas reutilizáveis com durabilidade de três anos e estoque de agulhas.
Quem tem direito e como fazer a migração em Mato Grosso
O programa atende prioritariamente dois públicos em Mato Grosso: jovens de 2 a 17 anos portadores de diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais (seja para tipo 1 ou tipo 2).
Para realizar a troca do tratamento, o paciente ou seu cuidador deve comparecer ao posto de saúde da sua cidade portando a prescrição médica atualizada.
A equipe do posto fará a avaliação do histórico de saúde, entregará os insumos e ensinará como armazenar e aplicar o produto com segurança em casa.
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