A venda de carnes, pescados, queijos e embutidos no tradicional Mercado do Porto, em Cuiabá, passou por um pente-fino orientativo da Vigilância Sanitária e do Serviço de Inspeção Municipal (SIM).
A Prefeitura reuniu os permissionários do setor de produtos de origem animal no Museu do Rio para impor o cumprimento rigoroso das normas de manipulação, refrigeração e procedência dos alimentos.
A medida faz parte do lançamento da campanha Mercado Seguro, que busca erradicar a comercialização de itens sem rastreabilidade e coibir práticas que colocam em risco a saúde de quem frequenta o espaço turístico.
Exigências no balcão: o que muda para quem vende e quem compra
A fiscalização municipal estabeleceu critérios claros para que os feirantes continuem operando sem sanções ou apreensão de mercadorias:
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Selo de inspeção obrigatório: Todos os cortes e derivados expostos precisam ter comprovação de origem por meio do registro no SIM, Indea ou SIF. Alimentos vindos de abate clandestino ou sem selo sanitário serão recolhidos;
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Controle de temperatura e higiene: As equipes alinharam regras rígidas para refrigeração contínua de peixes e carnes, higienização de bancadas e prevenção de contaminação cruzada durante o corte;
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Conscientização do cliente no local: A segunda fase da operação vai abordar diretamente os frequentadores do Mercado do Porto, ensinando o consumidor a conferir selos de qualidade, cor, odor e condições de conservação antes de levar o produto para casa.
A ação visa resguardar a reputação do Mercado do Porto como polo gastronômico da capital, garantindo que a tradição do comércio popular não seja comprometida por falhas na segurança alimentar.
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