Wilson Santos articula habitação com loteamentos populares em MT

Emenda de R$ 100 milhões no orçamento estadual impulsiona projetos de moradia em todos os municípios.

Como ampliar o acesso à moradia e reduzir ocupações irregulares? Com essa pergunta no centro do debate, o deputado estadual Wilson Santos iniciou articulações para tirar do papel novos loteamentos populares em Mato Grosso.

Recurso garantido no orçamento

A iniciativa ganhou força após a aprovação de uma emenda à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que reservou R$ 100 milhões exclusivamente para políticas de habitação. O montante será destinado à implantação de loteamentos populares nos 142 municípios do estado, com foco no primeiro imóvel e na redução do déficit habitacional.

Prefeituras começam a se mobilizar

Com o recurso assegurado, Wilson Santos passou a dialogar com administrações municipais para a elaboração de projetos locais. Nesta quarta-feira (4), ele se reuniu com a secretária Municipal de Habitação e Regularização Fundiária de Cuiabá, Michelle Dreher, para alinhar estratégias.

Segundo o parlamentar, a próxima etapa será uma reunião com a diretoria da MT Participações e Projetos, responsável por conduzir o programa em nível estadual. Os recursos serão acessados diretamente pelos municípios, conforme a apresentação e aprovação dos projetos.

Planejamento urbano e áreas disponíveis

Durante o encontro, a secretária informou que Cuiabá já avalia áreas públicas aptas para receber os empreendimentos. Entre elas, há terrenos com capacidade para até mil lotes, além de espaços já regularizados e pertencentes ao município.

Loteamento popular como solução rápida

Para Wilson Santos, investir em habitação por meio de loteamentos populares é uma alternativa eficiente para conter ocupações irregulares. Ele defende que a estratégia permite planejamento da expansão urbana, desapropriação organizada de áreas e parcerias entre estado, municípios e governo federal.

O deputado também lembrou que a proposta já havia sido apresentada em anos anteriores, mas só agora foi incorporada ao orçamento estadual. A expectativa é de que os projetos avancem ainda em 2026, com impacto direto na política habitacional.

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