A Polícia Civil do Tocantins recuperou na manhã desta sexta-feira (20), em Gurupi, um aparelho celular avaliado em mais de R$ 8 mil que havia sido subtraído durante transporte entre Goiânia (GO) e Confresa (MT). O homem que estava com o dispositivo foi conduzido à delegacia, e o bem será devolvido à vítima.
A localização do aparelho foi possível após troca de informações entre a Delegacia de Polícia de Confresa, no Mato Grosso, e a 88ª Delegacia de Polícia de Gurupi. Segundo o registro da ocorrência feito em Confresa, o celular passou a ser utilizado na cidade tocantinense, o que direcionou as diligências.
De acordo com a Polícia Civil, os dados levantados pela unidade mato-grossense foram encaminhados à 12ª Central de Atendimento em Gurupi. A partir dessas informações, investigadores da 88ª Delegacia de Polícia de Gurupi realizaram levantamentos e conseguiram identificar o local onde o aparelho estava. O dispositivo foi apreendido e ficará à disposição para restituição à vítima.
O homem encontrado de posse do celular foi levado à unidade policial para a adoção das medidas legais cabíveis. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a identidade do conduzido nem esclarecida a possível motivação do crime. A apuração segue sob responsabilidade da Polícia Civil.
O delegado titular da 88ª Delegacia, Jacson Ribas, destacou que a integração entre as unidades foi determinante para o desfecho da ocorrência. Segundo ele, a troca rápida de informações encurtou o tempo de resposta e permitiu a recuperação do bem em outro estado. A cooperação interestadual, nesse caso, evitou que o aparelho permanecesse em circulação irregular.
O caso também chama atenção para um ponto recorrente nas investigações: a circulação de celulares de alto valor sem comprovação de origem. A depender das circunstâncias, a conduta pode configurar receptação, crime previsto no Código Penal brasileiro. Por isso, a orientação das autoridades é clara.
O delegado reforçou que consumidores devem evitar a compra de celulares e outros bens sem procedência comprovada e sem nota fiscal. A recomendação é exigir documentação que ateste a origem do produto, reduzindo o risco de envolvimento em ilícitos e colaborando para enfraquecer o mercado paralelo.
A restituição do aparelho à vítima deve ocorrer após os trâmites legais. As informações foram divulgadas oficialmente pela Polícia Civil do Tocantins, por meio da 88ª Delegacia de Polícia de Gurupi.
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